Jogo dos 7 erros de quem tenta pedir a pensão por morte sem advogado
Depois da perda de um familiar, muitas pessoas tentam resolver tudo sozinhas.
E isso é completamente compreensível. O problema é que, no caso da pensão por morte, pequenos erros podem gerar atraso, negativa ou até perda de valores. E pior, te deixar com a impressão de que você não tem direito ao benefício!

1. Não verificar se realmente tem direito ao benefício:
Muitas pessoas dão entrada no pedido sem analisar se cumprem todos os requisitos.
A pensão por morte depende de dois pontos principais:
- – qualidade de segurado do falecido
- – condição de dependente
Quando isso não é analisado corretamente, o pedido pode ser negado.
2. Erros na comprovação da união estável
Esse é um dos maiores motivos de negativa.
Muita gente acredita que basta dizer que vivia junto.
Mas o INSS exige prova.
E não qualquer prova, mas um conjunto consistente de documentos que o INSS aceita como prova.
3. Enviar documentação incompleta
Outro erro frequente é não reunir todos os documentos necessários.
Isso pode causar:
- – exigências do INSS
- – demora na análise
- – indeferimento do pedido
E cada exigência aumenta o tempo de espera.
4. Não conferir o CNIS e o histórico de contribuições do falecido.
O INSS usa os dados do seu próprio sistema para calcular o benefício.
Mas esses dados nem sempre estão corretos, pois podem estar com contribuições faltando; vínculos não registrados; valores incorretos.
👉 Isso pode reduzir o valor da pensão ou até impedir a concessão.
5. Não entender como funciona o cálculo do benefício
Muitas pessoas não sabem como o valor da pensão é calculado.
E acabam aceitando qualquer valor sem questionar.
👉 Em alguns casos, o valor pode estar errado.
6. Perder prazos importantes
O prazo de 90 dias após o falecimento é essencial.
Quem não conhece essa regra pode:
- – perder valores retroativos
- – receber menos do que teria direito
7. Não saber como agir diante de uma negativa
Quando o pedido é negado, muitas pessoas desistem.
Mas nem sempre a negativa está correta.
Existem casos em que é possível:
- – recorrer
- – apresentar novos documentos
- – ou corrigir erros no processo
Atenção: o problema não é fazer sozinho, é fazer sem orientação! Mas o risco está em não conhecer as regras e detalhes que fazem diferença no resultado. Erros que poderiam ser evitados com uma análise prévia.
Então, antes de dar entrada no pedido descubra se está tudo certo no seu caso e como evitar problemas com o INSS.
Faça uma análise agora e descubra se tem direito ao benefício
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